O SENSACIONAL FESTIVAL MEDIEVAL DE VOLTERRA, ITÁLIA

DSC05136A Idade Média sempre foi um tema que me fascinou. Época dos cavaleiros e suas armaduras, dos castelos, das guerras disputadas “cara a cara”, da medicina rudimentar e das doenças mortais hoje perfeitamente controladas, do artesão, dos comerciantes, da arquitetura simples e ao mesmo tempo intrigante. Época onde cada cidadezinha era praticamente um “país” com seus muros, suas casas, seu “senhor” e sua vida própria. A Europa é rica nesse tema porque viveu a Idade Média e a Itália merece um destaque especial principalmente na região da Toscana. São dezenas de cidades medievais bem preservadas e de encher os olhos e a imaginação de qualquer visitante. Mas para uma delas, não basta o que foi. Tem que continuar sendo. E todos os anos, durante uma semana no mês de agosto, Volterra – uma comuna italiana da província de Pisa que fica a 54Km de Siena – volta ao passado. Mais precisamente a 1398. O festival VOLTERRA AD 1398 [FOTOS] – que em 2013 teve a sua 16ª edição – dura de domingo a domingo tendo nestes dois dias os pontos altos da festa. A cidade literalmente se transforma e “teletransporta” o visitante para dentro de um filme da Idade Média. Nesse dia nem o Euro serve. É preciso trocá-lo pelo Grosso Volterrano – a moeda da época – para poder consumir nas barraquinhas. O evento é tão espetacular que só mostrando um pouco para se ter uma ideia do que ele é. Além das fotos no link acima, fiz alguns vídeos para passar um pouco a sensação do que foi.

São vários artistas cantando e tocando instrumentos da época:

E malabaristas:

No grande parque arqueológico, os artistas fazem uma demonstração de como eram as batalhas naquela época:

Outros mostram um pouco da arte da falcoaria:

Com certeza um momento único para entrar na atmosfera medieval e quem estiver pela região no mês de agosto vale a pena dar um pulo em Volterra. O site oficial do evento é www.volterra1398.it.

O vídeo abaixo mostra uma visão em 360º de uma das principais praças da cidade onde estavam acontecendo algumas “execuções”:

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ASSIS, ITÁLIA – UMA PERFEITA UNIÃO ENTRE RELIGIÃO E HISTÓRIA

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Basílica de São Francisco de Assis

Bem no centro da Itália, sob a sombra da vizinha Toscana ao norte, fica uma região apelidada de “Coração Verde da Itália”. Mas a Úmbria, formada predominantemente por uma zona rural pastoril e altas montanhas, é mais famosa por suas deslumbrantes cidades medievais. E ASSIS [FOTOS] é uma dessas cidades onde se volta num tempo que testemunhou a vida de seus dois habitantes mais ilustres: São Francisco (1182-1226) e Santa Clara (1193-1253). As duas basílicas ficam nos extremos da cidade medieval. Num deles, a Basílica de São Francisco – um dos principais santuários cristãos do mundo construído dois anos após a morte de São Francisco – é formada por duas igrejas: uma superior e outra inferior e é toda decorada por artistas da época. Não esperem nada suntuoso apesar do tamanho do lugar. Os afrescos enfeitam um interior bem simples e simplicidade é a principal característica do lugar assim como foi toda a vida de São Francisco. Seu túmulo, na igreja inferior, é um local de contemplação principalmente para aqueles que conhecem a bela história desse santo.

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Basílica de Santa Clara

No outro extremo, a Basílica de Santa Clara – fundadora da ordem das Irmãs Clarissas, bem mais modesta que a outra, possui uma capela onde fica o crucifixo que teria “ordenado” Francisco a “consertar a igreja de Deus” e que foi removido da igreja de San Damiano. O piso inferior, onde fica o túmulo de Santa Clara, abriga uma pequena exposição com relíquias da santa e de São Francisco como, por exemplo, as roupas que eles usavam. Não deixe de visitar as duas basílicas, mas essa dica é até irrelevante por Assis se tratar de um dos principais pontos de peregrinação no mundo católico exatamente por causa delas!!! Quem quiser conhecer a belíssima história de São Francisco, vai aqui dica de uma biografia excelente que li: Spoto, Donald – Francisco de Assis: o Santo Relutante. Editora Objetiva.

DSC04452E entre as duas basílicas fica Assis. Uma belíssima cidade medieval muito bem preservada e repleta de ruelas com várias varandinhas enfeitadas com flores e praças que remetem ao passado com uma arquitetura do século XII ao século XIV e que tem, como principal ponto no coração da cidade, a Piazza del Comune. Uma perfeita união entre religião e história.

Para ter uma visão geral da cidade, basta ver o mapa abaixo (os locais das basílicas estão destacados).

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PASSEANDO DE BICICLETA PELO CHIANTI – SUL DE FLORENÇA, ITÁLIA

DSC06097Ao planejar uma viagem quase sempre nos deparamos com alguma coisa que queremos fazer no qual a logística é um pouco trabalhosa. Fazer um tour de um dia nos castelos do Vale do Loire na França a partir de Paris ou conhecer o Campo de Concentração de Auschwitz na Polônia a partir da Cracóvia podem ser, por exemplo, dois desses casos e contar com uma agência especializada ajuda muito. Estando em Florença não foi diferente: queria fazer um passeio de bicicleta pelo Chianti. A região do Chianti é uma das várias áreas produtoras de vinho da Itália e abrange boa parte da Toscana entre Florença e Siena. Existem diversas agências que fazem esse tipo de passeio, mas como gosto de indicar somente o que eu testo, o passeio que fiz pela Tuscany Bike Tours realmente valeu a pena!

DSC06162O passeio começa em um castelo a 30 minutos ao sul de Florença. O Castelo Poppiano do século XII é hoje uma pequena vinícola cujo principal produto é o Chianti Colli Fiorentini e que produz aproximadamente 500 mil garrafas por ano. A visita no castelo é bem rápida e se resume principalmente às instalações produtoras dos vinhos, azeites e do curioso Vin Santo – um vinho produzido a partir da secagem da uva (transformação em passa) que passa a conter alta concentração de açúcar e que matura dentro de pequenos barris por anos. Os barris são utilizados várias vezes e alguns deles tem mais de 100 anos. A vista da Toscana do alto da torre do castelo é belíssima e é seguida de uma degustação de vinho com pão e azeite.

DSC06169Um belo aperitivo para a verdadeira aventura do dia: o passeio de bicicleta. São aproximadamente 23km pelas estradas do Chianti com diversas paradas para apreciar a vista. E desse modo se conhece de perto plantações de girassóis, uvas e oliveiras e vilas típicas. O percurso em si não é muito difícil, mas é preciso ter um mínimo de preparo físico. Apenas um trecho de 950 metro é de subida muito íngreme, mas tem um carro dando apoio o tempo todo e é possível utilizá-lo caso não queira enfrentar essa subida.

DSC06196No meio do passeio, uma parada para um almoço toscano. Salada de entrada com azeite de oliva da região, vinagre balsâmico – muito consumido no país – e vinho da casa. Logo em seguida,  o prato principal que pode ser escolhido entre duas opções: penne ao molho bolonhesa (apesar desse molho ter sua origem na Bolonha – região da Emiglia Romagna ao norte da Toscana), espaguete com molho de tomate picante e de sobremesa uma espécie de pudim com molho e chocolate ou apfelstrudel com creme (apesar da origem austríaca) e café.

Para fazer todo o passeio é preciso reservar um dia inteiro. E quem quiser, pode também fazer o tour – com outro trajeto – de Vespa, um dos símbolos da região. Não precisa ter carteira específica para pilotar moto. Apenas a carteira de motorista padrão serve.

Quem quiser ver todas as fotos basta clicar AQUI [FOTOS].

SERVIÇO:

TUSCANY BIKE TOURS – Via Ghibellina, 34 – Florença, Itália. www.tuscany-biketours.com.

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UM PEQUENO IMPREVISTO!!! – PRAÇA SÃO PEDRO, VATICANO

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A HISTÓRIA DO METRO QUE VIROU CENTÍMETRO – CONSERVATÓRIA, RIO DE JANEIRO

DSC06221Os Estúdios Metro-Goldwin-Meyer – mais conhecidos pela sigla MGM – tinham as suas próprias salas de cinema e se popularizaram no cenário da sétima arte no Brasil. Os Cinemas Metro eram considerados as melhores salas de projeção do país e tinham a fama do ar condicionado perfeito além de muito conforto e requinte. Eram três delas na cidade do Rio de Janeiro: Metro Passeio (1936), Metro Copacabana (1941) e Metro Tijuca (1941). E este último tem um capítulo especial na história do Sr. Ivo Raposo. Um cinéfilo que começou a trabalhar como operador de sala de projeção aos 13 anos num cinema próximo ao Metro Tijuca, frequentou este cinema que ficava na Praça Sans Peña durante anos até que, em 1976, a majestosa e confortável sala de projeção para 1.800 pessoas fechou as portas. Era impossível competir com as novas e tecnológicas salas de projeção e o glamour de uma era de suntuosos cinemas ficou na lembrança dos antigos frequentadores, mas para o Sr. Ivo era pouco. Era preciso manter viva essa lembrança.

E já como servidor público foi, durante anos, atrás das antigas peças do Metro Tijuca. Foi adquirindo um peça aqui e outra acolá, lustres, móveis, tapetes até conseguir montar o seu próprio cine Metro. Ou melhor: Cine Centímetro [FOTOS] já que é uma réplica perfeita, mas reduzida para 60 espectadores, da famosa sala. O cinema é um charme inclusive com bilheteria e carrinho de pipoca originais. Tudo é original, inclusive a incrível iniciativa desse herói que não permitiu que esse importante capítulo cultural ficasse esquecido.

O Cine Centímetro fica no quintal da casa do Sr. Ivo na bela cidade de Conservatória – a famosa capital da seresta que fica a 150Km do Rio de Janeiro – e exibe trechos de projeções e trailers da época para os espectadores.

É preciso agendar as visitas que duram aproximadamente 50 minutos. Sempre aos sábados às 19hs.

Cine Centímetro – Rua José Ferreira Borges, 205 – Parque Veneza – Conservatória/RJ. Agendamento pelos telefones: (24) 2438-1815 / (21) 2235-2543 / (21) 9997-6223. E-mail: ivorapososter@gmail.com.

Um passeio cultural diferente, atraente e fascinante.

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UMA PARTE DE NOSSA HISTÓRIA CONTADA PELAS FAZENDAS DE CAFÉ – VALE DO PARAÍBA, RIO DE JANEIRO

Fazenda do Secretário. Litografia de Victor Frond – meados do Séc. XIX

O Ciclo do Café, um dos principais ciclos econômicos da História do Brasil ocorrido no século XIX, durou mais de 100 anos (1800 – 1930) e se concentrou principalmente na região do Vale do Paraíba (entre os Estados de São Paulo e Rio de Janeiro) devido às condições geográficas e climáticas favoráveis além da proximidade com o porto do Rio de Janeiro. O Brasil passou a ser o maior produtor mundial do grão (posto que detém até hoje) contribuindo para a enorme geração de riqueza na região. Os grandes fazendeiros do Vale do Paraíba receberam benefícios do poder central e títulos de nobreza e a economia cafeeira da região chegou ao seu auge por volta de 1850 com destaque para a cidade de Vassouras – considerada a capital do café – pelo lado fluminense. Mais tarde, o ciclo cafeeiro começou a entrar em crise com, entre outros fatores, a queda da demanda nos mercados consumidores europeus e americanos e com o agravamento advindo da crise de 1929 nos Estados Unidos.

Atualmente, encontram-se nessa região diversas fazendas que são verdadeiras “testemunhas” do auge cafeeiro no Brasil e que estão abertas à visitação do público – algumas funcionam até como hospedarias. No lado do Rio de Janeiro, o Vale do Paraíba abrange diversas cidades como, por exemplo, Vassouras, Valença, Barra do Piraí e Conservatória. Fazendo qualquer uma de “base”, é possível conhecer parte dessa riqueza cultural de nossa História. E numa viagem de 5 dias, pude conhecer 4 delas: Fazenda Cachoeira Grande, Fazenda do Secretário, Fazenda Mulungu Vermelho e Fazenda do Paraízo. Infelizmente, os proprietários não permitaram fotos do interior das casas porque, pelo menos nessas 4, elas são usadas como residência, mas o interior delas são exatamente como conta a história: rústico, colonial e aconchegante. Um convite à um bom café!

FAZENDA CACHOEIRA GRANDE

DSC06009Claro que não conheci nem um centésimo de todas as fazendas mais importantes da região, mas não erraria em colocar a Fazenda Cachoeira Grande [FOTOS] entre as mais bonitas e importantes do Vale do Paraíba. Foi Francisco José Teixeira Leite, futuro Barão de Vassouras, que recebeu como dote de um casamento essa fazenda chamada desse modo por ter uma bela cachoeira em seus domínios. Francisco chegou a enriquecer e usou parte de sua bonança no incremento da região principalmente da Vila de Vassouras que em pouco tempo ganhou a condição de cidade em 1857. Após sua morte, a fazenda ainda foi palco de um jantar oferecido à Princesa Isabel e ao Conde D´Eu pelas filhas do Barão de Vassouras.

A propriedade, que fica a 5Km de Vassouras, é deslumbrante e ainda é possível ver, além da sede restaurada, a área onde o café era secado após a colheita. Sem dúvida uma parada obrigatória.

Visitas somente com hora marcada onde inclui visitação à sede e ao museu de carros antigos (uma das paixões do atual proprietário). Ao final é servido um café colonial.

Horários das visitações: Diariamente às 11hs e 15hs. Agendar visita através dos telefones (24) 2471-1264 / (24) 7812-1168 / (24) 7812-4930 (Jorge ou Nubia) ou por e-mail nubia@fazendacachoeiragrande.com.br. A visitação é paga.

Mais informações no site http://www.fazendacachoeiragrande.com.br/Fazenda/

Na época que fui não tinha, mas para quem quiser hoje é possível se hospedar na fazenda.

FAZENDA DO PARAÍZO

DSC06207Uma fazenda com mais de 150 anos – construída entre 1845 e 1853 pelo barão e depois Visconde do Rio Preto – sendo que a mais de 100 anos pertence à mesma família e que ainda hoje é produtiva só poderia figurar entre as mais importantes fazendas do Vale do Paraíba. Localizada em Rio das Flores, a Fazenda do Paraízo [FOTOS] – originalmente chamada de Fazenda Flores do Paraízo – foi uma das maiores produtoras de café do Brasil Império e a primeira casa brasileira iluminada a gás.

Para quem gosta de história, uma parada obrigatória. No local você conhecerá todas as etapas da produção do café através da visita no engenho da fazenda – que foi importado dos EUA na segunda metade do século XIX – cuidadosamente preservado (não tem produção em tempo real), a história da fazenda e tomará um delicioso café colonial ao final da visita. Um lugar imperdível.

Visitas apenas com agendamento prévio pelos telefones (24) 2458-0093 / (24) 9859-5727 ou e-mail contato@fazendadoparaizo.com.br. A visitação é paga.

Mais informações pelo site http://www.fazendadoparaizo.com.br/.

FAZENDA MULUNGU VERMELHO

DSC06124O Brasil não é muito famoso pelo cuidado com o seu patrimônio histórico e se não fosse pela obra e graça de proprietários apaixonados por suas fazendas talvez a maioria nem existisse mais. É o caso – de muitas outras – da Fazenda Mulungu Vermelho [FOTOS] de 1831 e que se tornou, na áurea época do café, uma das fazendas mais prósperas de Vassouras. E a medida de prosperidade da época é evidente na fachada da sede: suas 20 janelas de frente. O plantio do café durou até meados de 1940 e o local sobrevive atualmente, além dos visitantes, graças ao aluguel do espaço para festas de casamentos, aniversários, batizados, confraternizações, etc. O local realmente é muito bonito e o salão da fazenda bem agradável.

Visitas somente com agendamento prévio pelo telefone (24) 9829-3628. Maiores informações pelo site http://www.fazendamulunguvermelho.com/. A visita é paga.

FAZENDA DO SECRETÁRIO

DSC06060Uma fazenda que já possuiu num passado não tão distante 500.000 pés de cafés e mais de 350 escravos não pode ficar de fora do roteiro de ninguém que passe pelo Vale do Paraíba. Também localizada perto da cidade de Vassouras, a Fazenda do Secretário [FOTOS] é, sem dúvida e juntamente com a Fazenda Cachoeira Grande, uma das mais belas propriedades da região. A propriedade – um solar rural cafeeiro de estilo neoclássico – abriga um belo bosque e um riacho que desagua numa cachoeira à beira de um belíssimo vale. A vista da janela da cozinha colonial da sede é deslumbrante e o local já serviu de cenário para produções da TV Globo com nas miniséries “Os Maias” e “Os Quintos dos Infernos”. Na frente da sede, um majestoso jardim recebe os visitantes que abriga belas estátuas feitas pela fundição francesa Val d´Osne.

Uma parada obrigatória para se conhecer um pouco mais desse pedaço da nossa história.

Visitas – pagas – somente com agendamento prévio pelo telefone (24) 2488-0150. Chegar nela não é muito fácil: partindo da cidade de Vassouras, através da rodovia RJ-115, no sentido do distrito de Ferreiros, percorrendo-se 8,5Km em estrada de terra até uma bifurcação e, a partir desta, pela esquerda, mais 5,5Km até alcançar a entrada da fazenda. Mas acredite: vale muito a pena conhecê-la!!!

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ROTEIRO – EUROPA CLÁSSICA 1 (18 noites)

Para quem vai viajar para a Europa pela primeira vez, focar na parte “clássica” do continente é sempre a primeira opção. Por isso, e baseado na viagem que fiz, elaborei esse roteiro por 4 cidades muito procuradas pelos brasileiros: PARIS na França, MADRI e BARCELONA na Espanha e LISBOA em Portugal (nessa ordem). Procurei ter o cuidado para não sugerir deslocamentos desnecessários otimizando o tempo. Ao final darei informações gerais. Para maiores detalhes dos pontos turísticos e várias fotos dos locais, basta lerem os posts das cidades neste Blog.

1ª cidade: PARIS – 7 noites

Talvez a cidade mais conhecida por todos mesmo para quem nunca a conheceu pessoalmente, Paris é uma mistura de História e beleza arquitetônica sem igual. No final do roteiro nesta cidade, uma esticadinha até o Vale do Loire com seus imponentes e belíssimos castelos. Acrescentei um dia totalmente livre para ser utilizado caso falte alguma coisa que não foi comentado aqui e, por ser Paris, nunca é demais!!!

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1ª DIA

Chegada em Paris por volta do meio dia (normalmente os vôos do Brasil chegam por volta desse horário). Check-in no hotel e visita à Torre Eiffel. Após admirar a cidade do alto da torre, seguir para um passeio de barco pelo Rio Sena – boa dica para uma primeira impressão da cidade por passar perto dos principais pontos de visitação. As estações dos barcos ficam bem ao lado da Torre Eiffel nas margens do Rio Sena. Após o passeio, atravessar o Rio Sena pela Pont d´léna (em frente a torre) até o Jardins du Trocadéro e seguir pela direita na Av. d´léna caminhando até a Champs Elysees e Arco do Triunfo.

(A) – Torre Eiffel / (B) – Trocadero / (C) – Arco do Triunfo. Esse trajeto tem pouco menos de 2Km. O ponto destacado em vermelho é a bilheteria dos passeios de barco pelo Rio Sena. O trajeto destacado em verde é a Champs-Elysees.

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2º DIA

Visitar a bela e imponente Catedral de Notre-Dame localizada na Île de la Cité. Após admirar o interior, subir na torre e ver de perto, além de uma bela vista aérea da cidade, as quimeras, gárgulas e o famoso sino da lenda do Corcunda de Notre-dame. A entrada para a torre fica do lado de fora ao lado da catedral. Após conhecer a catedral, seguir para a Cripta Arqueológica – resquícios da antiga Paris da época dos romanos – que fica bem em frente numa entrada subterrânea. Em seguida, e ainda na Île de la Cité, visitar a Sainte-Chapelle, uma igreja com vitrais deslumbrantes e que foi apelidada na Idade Média de “Portão do Céu”. Bem ao lado fica o Conciergirie – antiga prisão onde ficou presa a rainha Maria Antonieta aguardado a execução na guilhotina (a lâmina está exposta no lugar).

Île de la Cité: (1) – Catedral de Notre-Dame / (2) – Cripta Arqueológica / (3) – Sainte-Chapelle / (4) – Conciergirie

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3ºDIA

Visitar durante boa parte do dia o Palácio de Versalhes (tem um RER onde a estação final é bem próxima dele). Na volta, visitar o Pantheon (Estação RER Luxembourg) – sua bela arquitetura neoclássica abriga uma cripta com as tumbas de figuras históricas como, por exemplo, Voltaire, Rousseau, Victor Hugo, Émile Zola e René Descartes. Em seguida relaxar no belo Jardim de Luxemburgo que fica bem próximo ao Pantheon.

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4º DIA

Visitar o Museu do Louvre. O museu é imenso e para conhecer todas as obras seria necessário mais de um dia, mas se a visita focar nos principais pontos – e isso depende do gosto de cada um – uma manhã poderá ser suficiente. Não deixe de conhecer os Aposentos de Napoleão que ficam no museu. Em seguida, passear pelo Jardin dês Tuileries que fica bem em frente ao museu até a Place de La Concorde – local onde foi instalada a guilhotina durante a Revolução Francesa e onde hoje fica o obelisco de Luxor presenteado pelo Egito.  Apreciar a bela vista da Champs Elysees com o Arco do Triunfo ao fundo. Dentro do Jardin dês Tuileries fica o Museu L`Orangerie que abriga as famosas obras do Jardim de Monet. Vale a pena conferir.

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5º DIA

Tomar café da manhã em um dos inúmeros cafés espalhados pelas ruas e comer um croissant – hábito muito comum entre os parisienses. Seguir para o Hotel dês Invalides e visitar a Tumba de Napoleão. Se interessar, conhecer o Museu Militar que também fica nas instalações do hotel. Logo após, seguir para o famoso Museu Rodin que fica ao lado do hotel na 79/Rue de Varenne. Reserve um bom tempo para apreciar as famosas e belas esculturas de Rodin que ficam espalhadas pelo lindo jardim e conheça mais de sua história e técnica visitando o interior do museu.

(1) – Museu do Louvre / (2) – Jardin des Tuileries / (3) – Museu L`Orangerie / (4) – Place de la Concorde / (5) – Tumba de Napoleão / (6) – Museu Rodin. O traçado em vermelho é parte da Champs-Elysees.

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6º DIA

Dedicar esse dia para outras atrações interessantes. Começar o dia visitando a região de Montmartre e conhecer a bela Sacré-Coeur (subir na torre e conhecer a cripta). Na volta, passar na St-Germain-des-Prés, uma igrejinha com mais de 1.400 anos e em seguida na Igreja de Sainte Súplice bem próxima da primeira.

Opção fora do roteiro padrão: Wine Tasting – degustação de vinhos. Para os apreciadores dessa fantástica bebida, existe uma degustação de vinhos no Chateau Wine Tasting (perto do Museu do Louvre). O endereço é 68 Rue Jean-Jacques Rousseau diariamente das 15hs às 16hs e pode ser agendado (agendamento obrigatório) pelo site http://www.o-chateau.com/paris-wine-tasting/tastings/introductory-tasting.

OS CASTELOS DO VALE DO LOIRE - FRANÇA

7º DIA

Fazer um tour de um dia pelo Vale do Loire. Esse é o lugar de maior concentração de castelos na Europa e por ficar a aproximadamente 300km de Paris sugiro contratar uma operadora local para fazer o passeio (foi o que eu fiz). Visitei três castelos – Chenonceau, Cheveny e Chambord. Normalmente, as operadoras levam para esses castelos. Como o primeiro é belíssimo e o último é imenso, vale a pena ir. Conheça mais um pouco deles no Post sobre esse assunto neste blog.

Dica de operadora: France Tourisme, uma agência francesa com escritório em Paris. O tour pode ser reservado via internet. Basta acessar o site pelo link http://www.francetourisme.fr/tours-day-trip-in-france/loire-castles-tour.html.

8º Dia

Dia livre.

Pegar o voo da tarde (se for fim de semana) ou o noturno (se for durante a semana) da Vueling para MADRI (2h10min de duração. www.vueling.com).

2ª cidade: MADRI – 3 noites

Madri é uma cidade historicamente rica e deve fazer parte do roteiro de todo viajante. Mesmo para quem não se apaixona por ela, o seu legado é inegavelmente importante para a humanidade.

1º DIA

Chegada em Madri à noite. Hospedagem.

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2º DIA

Passeio a pé pela Madri Antiga: Inicio na Plaza de la Puerta del Sol (Metrô Estação Pueta del Sol). Conhecer a estátua-símbolo da cidade: o urso tentando alcançar os frutos do Madroño e o prédio do correio de 1760 onde hoje é a sede do Governo Regional. Seguir pela Calle Mayor até a famosa Plaza Mayor (Século XVII) – destaque para o extravagante prédio da Casa de la Panadería decorado com pinturas alegóricas. Sair da praça pela Calle de los Cuchilleros onde fica o Mercado de San Miguel e descer pela rua e pegar a direita na Calle de Segovia. Entrar a direita na Calle de San Justo até a Basílica Pontifícia de San Miguel e logo depois entrar a direita na Calle del Cordón até a Plaza de la Villa onde se localiza o prédio da prefeitura e a Torre de los Lujanes (Século XV). Seguir a esquerda pela Calle Mayor (passa ao lado da Plaza de la Villa) até a Catedral de la Almudena e logo após conhecer o Palácio Real incluindo a Real Armeria (ficam em frente a catedral). Depois visitar o Monastério de La Encarnación onde é possível conhecer a um pouco da História da Espanha através das pinturas do lugar. O monastério fica bem próximo ao palácio quase ao lado da Plaza de Oriente (Calle de la Bola). Seguir de metrô até o Museu Reina Sofia e conhecer a pintura mais famosa de Picasso: El Guernica – que retrata os horrores da Guerra Civil espanhola.

(A) – Plaza de la Puerta del Sol / (B) – Plaza Mayor / (C) – Mercado de San Miguel / (D) – Basílica de San Miguel / (E) – Plaza de la Villa / (F) – Catedral de la Almudena e Palácio Real / (G) – Monastério de la Encarnación. O trajeto todo tem 2,5Km.

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3º DIA

Passeio a pé pela parte nova de Madri conhecida como a Madri dos Bourbons: Início na Plaza de Cibeles onde fica a bela Fuente de las Cibeles (cruzamento das ruas Calle de Alcalá e Paseo del Prado – Metrô Estação Banco de España). Descer pelo Paseo del Prado até o Museu Thyssen-Bornemizsa – local da mais importante coleção particular de arte do mundo. Em seguida continuar andando pelas ruas arborizadas da parte nova de Madri passando pela Plaza Canovas del Castilo (bem ao lado do museu) onde fica a bela fonte do Rei Netuno de 1780 até chegar no famoso Museu do Prado – um dos mais importantes museus do mundo. Após conhecer o museu, seguir até a Calle de Alfonso XII e subir até a Puerta del Alcalá – antigo portão de entrada da cidade localizado bem ao lado do imenso Parque del Retiro. Seguir pela Calle de Serrano e visitar o Jardim dos Descobrimentos. Ao lado dos jardins fica a Plaza de Colón e descendo pelo Paseo de Recoletos conhecer o café mais antigo e famoso da cidade: Café Gijón.

Mapa Roteiro Madri 2

(A) – Plaza de Cibeles / (B) – Museu Thyssen-Bornemizsa / (C) – Plaza Canovas del Castilo / (D) – Museu do Prado / (E) – Puerta del Alcalá / (F) – Jardim dos Descobrimentos / Café Gijón. O trajeto tem 3Km.

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4º DIA

Conhecer o Templo Egípcio de Debod (Metrô Estação Plaza de España) – presente dado ao espanhóis pelo Egito como agradecimento pela ajuda na salvação dos templos de Abul Simbel (a vista da cidade do lugar e o parque onde ele fica localizado são deslumbrantes). Seguir de metrô até a estação Ventas e visitar a maior praça de touradas da Espanha: a Plaza de Toros Las Ventas.

Pegar o voo noturno da Vueling para MADRI (1h15min de duração. http://www.vueling.com).

3ª cidade: BARCELONA – 5 noites

Barcelona é uma cidade espetacular que superou todas as expectativas quando a visitei. Uma cidade com um alto astral incrível e arquitetura e história deslumbrantes não pode ficar de fora do roteiro de ninguém. Deixei um dia livre para que se conheça algo que faltou ou repetir alguma atração sabendo que, assim como Paris,  nunca é demais!!!

1º DIA

Chegada em Barcelona à noite. Hospedagem.

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2º DIA

Passeio pelo Bairro Gótico: Início na Plaça de Sant Jaume onde se localizam o Palácio do Governo e a prefeitura. Seguir pela rua Carrer del Bisbe e visitar a Catedral de Barcelona – local onde foi sepultada Santa Eulália, padroeira da cidade. Bem perto fica o Museu de História da Cidade (Museu D´Historia de la Ciutat). Visita imperdível porque neste museu ficam as ruinas da antiga cidade de Barcino – época romana – que deu origem a atual Barcelona. Depois de visitar o museu, seguir pela Carrer Jaime I continuando pela Carrer de la Princesa e entrar a direita na Carrer de Montcada até o Museu Picasso. Em seguida, continuar pela rua até a Igreja de Santa Maria del Mare – única em estilo gótico catalão.

(A) – Plaça de Sant Jaume / (B) – Catedral de Barcelona / (C) – Museu D´Historia de la Ciutat / (D) – Museu Picasso / (E) – Igreja de Santa Maria del Mare. O trajeto todo tem aproximadamente 1,5Km.

Voltar pela Plaça de Sant Jaume e seguir pela Carrer de Ferran até La Rambla. Percorrer com calma essa que é uma das ruas mais vibrantes de Barcelona com diversos artistas de ruas.  Em suas transversais ficam pontos importantes como a Plaça Reial – uma rua depois da Carrer de Ferran descendo em direção ao mar –, e o Palau Güell – criado por Gaudí. Conhecer o Mercat St. Josep – conhecido como La Boqueria. Num dos extremos da La Rambla fica a Plaça de Catalunya e no outro extremo o Monumento a Cristóvão Colombo.

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3º DIA

Conhecer as principais obras do mestre catalão Antoni Gaudí. Começar visitando a famosa Casa Batló (cruzamento das ruas Passeig de Gràcia e Carrer D´Arago). Logo após, e no outro lado da rua, fica localizada a La Pedreira (Casa Milà) – outra obra de arte de Gaudí e que abriga no último andar o Museu Antoni Gaudí. Seguir pela Carrer de Provença até a Av. Diagonal. Seguir por ela até entrar a esquerda na Carrer de Mallorca seguindo até o belíssimo Templo Expiatória da Sagrada Família – a obra mais importante e espetacular do mestre catalão. Depois de contemplar o lugar, pegar o metrô e seguir até a estação Vallcarca e, após uma caminhada a pé, visitar o Parc Güell. Existe um post neste blog detalhando cada um desses lugares indicados – “A Sensacional Barcelona de Antoni Gaudí – Espanha”.

(A) – Casa Batló / (B) – La Pedrera / (C) – Sagrada Família. O trajeto tem aproximadamente 2,2Km.

Da estação Vallcarca (A) até a entrada do Parc Güell (B) é uma caminhada de 1Km.

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4º DIA

Fazer o Passeio de barco pelo Mediterrâneo. Pegar o barco na marina da cidade que fica no final da La Rambla (em frente ao Monumento a Cristóvão Colombo). Logo após, visitar o Museu Marítimo que fica bem próximo a marina e abrigado num antigo estaleiro do século XIII que possui uma réplica em tamanho natural da Galera Real de Juan da Áustria. Passear pela orla e visitar o belo Museu da Catalunia.

A noite, conhecer a Fonte Mágica de Montjuic – as águas que dançam. Ela fica localizada em frente ao grande Palácio de Montjuic. Os espetáculos começam sempre depois das 19 horas (20hs no verão). Para chegar até ela descer na Estação Espanya do metrô.

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5º DIA

Pela manhã visitar o Monte Montjuic onde ficam localizados a Fundação Joan Miró e o Castelo Montjuic (bela vista aérea de Barcelona). Para chegar ao castelo pegar o funicular que é integrado a Estação Paral-lel do metrô até o Parque Montjuic e depois o teleférico até o castelo. Próximo ao início do teleférico fica a fundação.

6º DIA

Dia Livre.

Pegar o voo noturno da Vueling para LISBOA (1 hora de duração. http://www.vueling.com).

4ª cidade:LISBOA – 3 noites

Não só Lisboa, mas Portugal de um modo geral é um lugar muito injustiçado principalmente pelos brasileiros. O país é lindo e sua capital guardar diversos tesouros históricos. Para quem não pensa em colocar Lisboa no roteiro, após uma visita não tem como não se apaixonar por essa cidade dos nossos irmãos portugueses.

1º DIA

Chegada em Lisboa à noite. Hospedagem.

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2º DIA

Conhecer o bairro do Belém. Começar com uma visita à Torre de Belém. Seguir à pé até o Padrão dos Descobrimentos e, logo após, visitar o belíssimo Mosteiro dos Jerônimos – dentre outros atrativos estão as tumbas de Camões e Vasco da Gama. Depois do mosteiro, visitar a tradicional confeitaria Pastéis de Belém – fundada em 1837 – onde tem um restaurante onde você pode comer os famosos pastéis de Belém diretamente da “fonte”. A confeitaria fica quase ao lado do mosteiro que fica do outro lado de uma praça (Jardim da Praça do Império) que separa o mosteiro do Padrão dos Descobrimentos.

(A) – Torre de Belém / (B) – Padrão dos Descobrimentos / (C) – Mosteiro dos Jerônimos / (D) – Confeitaria Pastéis de Belém. Esse trajeto tem aproximadamente 2Km.

Depois, ir para o centro da cidade e conhecer a importante Praça do Comércio – local onde desembarcavam os navios carregados de especiarias do oriente. Seguir a pé até o fantástico Castelo de São Jorge.

(A) – Praça do Comércio / (B) – entrada do Castelo de São Jorge. É uma caminhada de aproximadamente 1Km.

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3º DIA

Visitar o Oceanário de Lisboa – um dos maiores do mundo. Depois, voltar ao centro da cidade e conhecer a Sé de Lisboa – local onde foi batizado Santo Antônio em 1195. Sair da igreja e passear pelas ruas do pitoresco Bairro de Alfama – o mais antigo de Lisboa, admirando as fachadas com os famosos azuleijos portugueses, até o Museu do Fado – importante estilo musical português.

(A) – Sé de Lisboa / (B) – Museu do Fado. O trajeto tem pouco mais de 600m. A estrela vermelha marca o local da Praça do Comércio.

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4º DIA

Pegar um trem (Estação do Rossio) até Sintra e visitar as ruínas do Castelo dos Mouros e o Palácio Nacional da Pena (este último não visitei, mas deve ser interessante). Na volta a Lisboa, conhecer o Bairro Alto e o Elevador Santa Justa.

Sugestão em Lisboa: assistir um Show de Fado na Adega Machado – tradicional restaurante da capital e que fica no Bairro Alto. As reservas podem ser feitas pelo site http://www.adegamachado.pt/pub/. Além do Fado, o vinho e o bacalhau são sensacionais!!!

INFORMAÇÕES GERAIS:

Para sugestão de hospedagens, clique no link “Onde me hospedei” no cabeçalho do Blog.

Nos trechos de avião, sugeri a VUELING por ter viajado por essa companhia e por ser uma empresa aérea do tipo Low Cost conhecida na Espanha, mas a escolha da companhia depende de cada viajante.

Em Paris:

1) Para quem ficar mais de 4 dias em Paris, vale a pena comprar o Paris Pass. O Paris Pass é um cartão que dá direito a entrar em praticamente todas as atrações da cidade o que representa uma economia de dinheiro – sai mais barato – e de tempo – não precisa pegar a fila para comprar bilhetes. Além disso, ele vem com um passe de metrô válido por alguns dias com viagens ilimitadas. Muito prático!!!

2) Utilize o serviço de Audio-Guide no Museu do Louvre e do Palácio de Versalhes. Será importante para o entendimento e você poderá aproveitar mais as visitas.

3) Não se preocupe com os deslocamentos em Paris. Dá para fazer TUDO de metrô. E Várias atrações ficam bem próximas umas as outras podendo ser alcançadas a pé.

Em Barcelona:

1) Para reservar o passeio de barco no mediterrâneo acesse o site da empresa responsável – Las Golondrinas – e compre os tickets ( www.lasgolondrinas.com).

Em Lisboa:

1) Ao chegar em Sintra, tem um ônibus que sai da estação de trem até o Castelo dos Mouros.

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UM GRANDE TOUR PELA ENCANTADORA CAPITAL DO MUNDO – PARIS, FRANÇA

Paris é uma daqueles lugares que todo mundo precisa conhecer antes de morrer. A cidade consegue unir com uma perfeição incrível uma atmosfera de pura história, romantismo e glamour além de ter uma infra-estrutura competente de transporte o que facilita muito os deslocamentos. E isso você sente logo no primeiro desafio assim que chega ao aeroporto e passa pela imigração: como chegar ao hotel. Não tem problema. Faça com eu na primeira vez que fui e dispense o caro serviço de táxi – uma corrida do aeroporto até a região da Torre Eiffel custa aproximadamente EUR65,00 – para usar o RER, um tipo de trem que parte de dentro do aeroporto. Os bilhetes podem ser comprados diretamente nas máquinas que ficam próximas da estação. É só inserir o cartão de crédito, escolher o bilhete mais adequado e aguardar a impressão. Coisa de primeiro mundo!!! Peguei o RER – que é integrado com o metrô – e fui para o hotel.

DSC00065Depois de deixar a mala no hotel, hora de partir para a primeira rodada em Paris. E logo de cara é possível ver como a cidade é diferente e única. Os prédios parecem padronizados num estilo antigo e de poucos andares, mas muito bem preservados e os famosos cafés parisienses estão presentes em praticamente todas as esquinas. A cidade é cortada pelo Rio Sena totalmente integrado à paisagem e à vida local conferindo um clima todo especial.  E a primeira atração não poderia ser outra: a Torre Eiffel [FOTOS]. Caso não fique hospedado na região da torre, o metrô é sem dúvida a melhor opção. E aqui preciso fazer um “parêntese”: o sistema de metrô de Paris é ENOOOOOORME !!! Dá para fazer absolutamente TUDO de metrô. E você ainda pode comprar um passe válido para uma quantidade limitada de dias, mas que dá direito a usar o metrô quantas vezes quiser dentro desses dias. E chegando na Torre Eiffel você terá a constatação de que realmente Paris é a cidade mais visitada do mundo: uma fila imensamente grande. Aliás, é preciso ter muita paciência porque fila é o que mais tem em praticamente todos os pontos turísticos – pelo menos nos mais famosos. Então, entre no espírito e espere a sua vez. Vale a pena! A Torre Eiffel, que tem esse nome em homenagem ao seu projetista – Gustave Eiffel -, que de dia é até bonitinha, tem uma vista aérea da cidade deslumbrante. Faça como eu e vá até o último andar a quase 324 metros de altura. Só por curiosidade: originalmente a torre tinha “prazo de validade”. Ela foi construída para uma exposição em homenagem ao centenário da revolução francesa em 1889 e depois seria destruída. Ainda bem que desistiram da ideia!

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Um fim de tarde nas margens do Rio Sena para colocar a conversa em dia

Depois da torre, aproveite a proximidade e faça um passeio pelo Rio Sena [FOTOS]. Para quem quer ter uma primeira impressão da cidade é muito interessante. Além de curtir um passeio pelo famoso “rio dos namorados”, você passa bem ao lado de atrações importantes como, por exemplo, o Museu do Louvre e a Catedral de Notre Dame. O que mais chamou a atenção nesse passeio é a quantidade de pessoas que ficam sentadas na margem do rio conversando ou curtindo o final da tarde. E não tão longe fica umas das ruas mais famosas do mundo: a Champs Elysees e o seu belo Arco do Triunfo [FOTOS], construído em comemoração às vitórias de Napoleão em 1806 e inaugurado 30 anos depois. Claro que com a atmosfera que se tem nesse lugar não dá para resistir: faça uma parada e aproveite um dos inúmeros cafés que existem na avenida.

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Tumba de Napoleão

Uma boa pedida é, antes de partir cedo para as atrações, tomar café da manhã num dos vários cafés que ficam espalhados pela cidade. Esses cafés fazem parte da cultura francesa e estão integrados ao cotidiano da cidade de uma forma tão intensa que, exagerando, poderíamos dizer que são a alma da rotina de Paris. E ir à Paris e não comer os famosos croissants franceses não tem a menor graça. Os cardápios possuem uma parte já montada para o café da manhã. É só chegar e pedir o que mais lhe agradar. Nessa hora percebi uma peculiaridade local: tudo o que você pede já vem com a conta. E quanto mais pedidos “em partes” você fizer, mas continhas terá que somar no final para pagar. Também não é nada de outro mundo, mas é diferente do Brasil. Logo após, uma boa dica é pegar o metrô e ir ao chamado Hôtel des Invalides, local onde se encontra a tumba de um dos mais importantes personagens da História: Napoleão Bonaparte, cujo restos mortais foram transferidos da Ilha de Santa Helena para Paris em 1861. A Tumba de Napoleão [FOTOS] é formada por cinco urnas sucessivas: uma em ferro branco, outra em acaju, duas em chumbo e uma em ébano, dispostas no interior de um bloco majestoso de porfiro vermelho da Finlândia. A sua obra militar é representada pelas ” vitórias ” que rodeiam a cripta e onde os nomes estão gravados no mármore do solo. No mausóleu também estão os restos mortais de outras figura militares importantes na história da França: Bertrand e Duroc, generais de Napoleão, Joseph e Jérome Bonaparte, seus irmãos, do filho de Napoleão, e do Marechal Foch, que liderou o exército francês na I Guerra Mundial.

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O Pensador

Ao lado do prédio onde fica a tumba existe um museu militar fantástico que infelizmente não tive tempo de visitá-lo, mas que deve fazer parte de qualquer roteiro uma vez que a França participou de inúmeros conflitos militares ao longo de sua história. Quase ao lado do Hôtel des Invalides, numa rua próxima, fica localizado o museu de um dos maiores escultores franceses: Auguste Rodin. Na parte interna do Museu Rodin [FOTOS] ficam algumas esculturas importantes do artista como, por exemplo, o Beijo e é possível conhecer um pouco vida desse escultor que viveu de 1840 a 1917, mas sensacional mesmo é o jardim do museu [FOTOS]. As esculturas originais em bronze do artista se encontram nesse jardim como o famoso “Pensador” e a Porta do Inferno. O passeio é agradabilíssimo e uma bela sugestão para um final de dia.

Uma boa opção fora do roteiro padrão é uma degustação de vinhos já que a França é o berço de excelentes vinhos e o Chateau Wine Tasting – próximo ao Museu do Louvre – foi um desses lugares que fui para conferir de perto essa fama. Reunidos numa mesa com aproximadamente 25 pessoas de diversos locais do mundo – tinha até um cara do Paquistão sentado do meu lado – tive uma aula sobre vinhos franceses com degustação. Foi sensacional e bem diferente. O Chateau Wine Tasting fica localizado na 68 Rue Jean-Jacques Rousseau diariamente das 15h às 16hs. O agendamento é obrigatório e pode ser feito através do site www.o-chateau.com.

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Interior do Museu L´Orangerie

Próximo ao endereço do Chateau Wine Tasting fica o  Jardin des Tuileries [FOTOS] que abriga um museu com uma exposição muito charmosa e importante: o Museu L`Orangerie [FOTOS]. A grande atração são os famosos quadros dos jardins de Monet. São quadros imensos que o artista pintou baseado nos jardins da sua casa – a casa dele fica um pouco afastada de Paris e infelizmente não tive o prazer de conhecê-la. A paz que essas pinturas transmitem é incrível. Tudo ajudado pelo layout das grandes salas de paredes brancas curvadas. É um momento de reflexão. Além disso, existe uma grande coleção de obras de pintores consagrados como, por exemplo, Cézanne. E uma curiosidade: eu sempre tive uma certa dúvida sobre a veracidade de algumas exposições fora de seu local de origem. Essas exposições que são feitas pelo mundo afora de obras de artistas famosíssimos. Seria inteligente retirar essas obras caríssimas de seus bem conservados museus para levar para outro lugar ? Seria. E no Museu L´Orangerie em alguns locais onde deveriam ter um quadro famoso tinha apenas um papel pregado com a imagem do quadro retirado e detalhes como, por exemplo, para onde a obra foi e por quanto tempo vai ficar fora. Tinha até uma delas que foi retirada para ser levada ao MAM de São Paulo!!! Definitivamente minha dúvida foi dissipada!!!

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Sala de jantar dos Aposentos Reais no Louvre

O Jardin des Tuileries fica entre o Museu do Louvre – com a sua imponente fachada com aquela famosa pirâmide de vidro – e a Place de la Concorde [FOTOS], local onde foi instalada a temida guilhotina durante a revolução francesa. Vários personagens históricos foram executados nela como, por exemplo, o rei Luís XVI e Maria Antonieta. Tempos depois, no local onde ficava a guilhotina, foi instalado o Obelisco de Luxor, presente do vice-rei do Egito ao povo Francês em 1833. Esse obelisco era um dos dois que ficavam na entrada principal do palácio de Ramsés II em Tebas – atual Luxor. Aliás, o Museu do Louvre [FOTOS], um dos ícones da cidade, está instalado num palácio renascentista que foi o lar de vários reis e imperadores, entre eles Napoleão Bonaparte, e abriga um dos acervos mais espetaculares do mundo. E é espetacular mesmo!!! Basta citar alguns dos itens em exposição para deixar qualquer um com água na boca: a Monalisa de Leonardo da Vinci, o sarcófago do faraó Ramsés II, o código de Hamurabi (lembram da época de colégio quando estudamos a Mesopotâmia e o código de Hamurabi – “olho por olho, dente por dente” ???), as esculturas mais conhecidas do mundo como Vênus de Milo, Hércules e muitas outras. Alguns deles com mais de 4.000 anos, ali na sua frente. O acervo está dividido por tema. Tem a ala das pinturas italianas, a ala das esculturas greco-romanas, a ala egípcia, etc. Você pode alugar um audio-guia onde escutará todas as explicações sobre o que for mais importante. O museu é gigantesco!!!! Para quem tiver muitíssima disposição e tempo para ver tudo reserve pelo menos uns 5 dias. Como estava atrás somente do que me interessava – e isso depende do gosto de cada um – gastei um dia inteiro dividido em duas etapas: a primeira para a exposição em si e uma segunda para visitar os aposentos reais onde morou e reinou Napoleão Bonaparte. Os aposentos são extremamente luxuosos. É possível visitar o quarto onde dormia Napoleão, a sala do trono, as salas de jantar e de recepção e outros itens que faziam parte da vida da época. Se você for a Paris e não der uma passada no Museu do Louvre é melhor voltar logo correndo e “fechar essa lacuna”!!!

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Capela no interior do Palácio de Versailles

Reserve uma manhã inteira para visitar o famoso Palácio de Versailles [FOTOS]. É possível chegar em Versailles pegando o RER até o ponto final da linha. A primeira impressão é incrível. O pálácio é enorme e uma multidão se aglomera nas duas filas – uma para comprar o bilhete e outra para entrar. Aliás, vale aqui uma dica preciosa: nas principais cidades européias existe um cartão especial para visitar as atrações turísticas que pode ser comprado com antecedência e com entrada livre nos lugares. Dependendo de quantos dias você for passar na cidade é altamente recomendável adquirir um. Foi o meu caso. Adquiri o PARIS PASS de seis dias e com ele peguei apenas uma das duas filas enormes. Além disso, o cartão vem com bilhetes do metrô dando direito a alguns dias de uso gratuito do sistema como já falei no início. O Palácio de Versailles foi iniciado em 1668 por Luís XIV e se transformou no maior palácio da Europa chegando a abrigar 20 mil pessoas na época. O pátio é decorado em mármore e sobre o balcão central repousam duas figuras de Hércules e Marte ao lado do relógio do frontão. Um dos pontos altos do palácio é a Capela Real com suas colunas coríntias e os belos murais barrocos. Outro ponto alto do lugar é a sala dos espelhos com 17 espelhos que refletem a luz das imensas janelas. Na ala dos aposentos oficiais é possível admirar a decoração em mármore, entalhes em pedra e madeira. Cada sala é dedicada a um deus do Olimpo. As pinturas dos tetos são impressionantes. É uma riqueza de detalhes de encher os olhos. Finalizando a visita, você passa pela sala das batalhas onde imensos e belíssimos murais retratam a vida belicosa da França. Uma visita obrigatória para quem vai à Paris !!! E quem quiser ter uma pequena ideia da Sala dos Espelhos, basta ver o vídeo que fiz abaixo:

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Jardim de Luxemburgo

Num fim de tarde em Paris, é impossível não perceber como o povo local curte a cidade em todas as suas facetas. Os cafés, uma dessas facetas, são apostas certas e até certo ponto convidativamente turísticas, mas são os parques os grandes pontos de encontro principalmente da juventude parisiense. Basta uma rápida passada num deles para ver várias pessoas sentadas nas cadeiras por vezes oferecidas pela adminstração do parque ou  deitadas na grama conversando, tocando algum instrumento ou simplesmente vendo o tempo e a multidão passarem. Um deles é o já comentado Jardin des Tuileries, mas outro, mais famoso e porque não bonito, é o Jardim de Luxemburgo. O parque fica localizado no 6º Arrondissement e é um verdadeiro oásis verde no centro de Paris e um local obrigatório para relaxar. Bem próximo fica a  Igreja de St-Germain-des-Prés, uma igreja construída em 558 (não é 1558, é 558 mesmo !!!), a mais antiga igreja da capital, e a bela e enorme Igreja Saint Suplice.

37Ao longo do Rio Sena, existe uma pequena ilha que deu origem a Paris: a Île de la Cité. Reserve boa parte de um dos dias na cidade para explorar esse pedaço espetacular que abriga, dentre outras coisas, uma das construções mais belas e fascinantes que existe: a Catedral de Notre-Dame [FOTOS]. Ela foi construída no lugar de um templo romano com início em 1163 e conclusão quase dois séculos depois. As marcas do antigo templo romano estão destacadas na praça em frente a igreja e podem ser perfeitamente visualizadas do alto de uma das torres. Foi nessa catedral que ocorreram a coroação de Napoleão Bonaparte, em 1804, e o funeral de Charles de Gaulle, em 1970. As famosas gárgulas foram acrescentadas na construção numa reforma no século XIX. O interior é esplêndido. Rosáceas de vidro, a Notre-Dame de Paris do século XIV e um poderoso órgão de tubos reformado e que ainda é utilizado nas missas de domingo – infelizmente ainda não consegui assistir ao seu “espetáculo” – rivalizam com o exterior magnífico com sua fachada oeste e o Portal da Virgem do século XIII, a galeria dos reis, a galeria das quimeras, o famoso sino do “Corcunda de Notre-Dame” e os belíssimos Arcobotantes – aquela estrutura raiada na parte leste da catedral e famosa nas fotos. Uma visita de encher os olhos e obrigatória para quem estiver em Paris. Não deixe de subir na torre sul [FOTOS]. A vista do alto é impressionante além de ficar bem pertinho das gárgulas, quimeras e do já mencionado sino da catedral. Quem quiser ter uma ideia de como é o interior da igreja, basta ver o vídeo abaixo:

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56 - Vestígios de 17 séculos de história de Paris

Vestígios de mais de 17 séculos de história

Na frente da catedral fica a entrada da Cripta Arqueológica [FOTOS] que fica bem embaixo da praça. A origem de Paris data do império romano. Uma tribo celta chamada Parisii que viveu no século III A.C na Île de la Citê é a provável origem do nome da cidade e os restos dessa civilização e de todas que vieram após ela foram descobertos e estão em exposição nesse lugar. Para quem gosta de história é um lugar que não pode deixar de ser visitado. Apenas um quarteirão de distância, e ainda na Île de la Cité, existe um prédio meio sinistro e que fez parte da história da revolução francesa: o Conciergerie [FOTOS]. Esse local foi uma antiga prisão onde ficou aprisionada a rainha Maria Antonieta a espera de sua execução na guilhotina em 1793. O sagão do lugar é muito bonito em estilo gótico e, além da cela em que ficou a Maria Antonieta, um outro destaque do lugar é a própria guilhotina usada nas execuções.

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Interior da Sainte-Chapelle

Logo ao lado do Conciergirie, visite a belíssima igreja de Sainte-Chapelle [FOTOS]. Construída em 1248, essa igreja em estilo gótico era chamada de “portão para o céu” na idade média. São duas partes: a inferior era o local dos servos e pessoas comuns e a superior local dos reis e membros da corte. É essa parte superior a grande atração do local. Um grande salão repleto de belíssimos vitrais que retratam mais de 1.000 passagens bíblicas. Um lugar de encher os olhos por ser muito diferente do que tinha visto até então. Reserve uns minutinhos para se sentar num dos bancos ao redor do salão e ficar admirando o “céu” !!!

82Deixando a Île de la Cité, parta direto para Montmartre, uma região nas cercanias de Paris onde fica localizada a Sacré-Coeur [FOTOS], outra bela igreja sendo que bem mais nova. É de 1914. É possível subir numa das torres e admirar a paisagem além de conhecer a cripta que fica bem abaixo da igreja. Atração a parte, só um alerta: na região existem vários imigrantes – acho que nigerianos – que ficam tentando lhe convencer a colocar uma pulseirinha – eles preparam e amarram na hora. Se você deixar pode esperar pelo “golpe” no final – o dinheiro pelo “presente”. Estava esperto e não deixei, mas fiquei olhando um “vacilão” que caiu na deles. É uma situação nada agradável. Um deles inclusive percebeu que estava olhando e já veio todo mal encarado pra cima. Claro que me mandei !!!! 🙂

Por fim, mas não menos importante, visite o Panthéon [FOTOS]. Localizado perto do Jardim de Luxemburgo, o prédio é uma antiga igreja construída entre 1764 e 1790 e foi inspirado no Pantheon de Roma. A arquitetura do lugar é impressionante e abriga o conhecido instrumento chamado Péndulo de Foucault, usado para demonstrar a rotação da Terra. Mas o mais legal do lugar são os “hóspedes” da Cripta. São os túmulos de figuras históricas como os filósofos Voltaire e Rousseau, os escritores Victor Hugo, Emile Zola e Alexandre Dumas e o inventor do método braille, Louis Braille. Além da já falada beleza arquitetônica do lugar, vale a pena conhecer o Panthéon para chegar um pouco mais perto desses ilustres personagens (ou do que restou deles !!!).

Paris é uma cidade inacreditável. Além da beleza dela em si traduzida nos prédios históricos, no rio Sena, nos monumentos diversos e pelo verde dos parques, é uma cidade culturalmente sem comentários. Conheça a cidade com calma, pare para beber um bom vinho francês num dos cafés da região e conheça também à noite alguns locais como o Arco do Triunfo e a Torre Eiffel – a iluminação deixa os monumentos com outra vida. Depois de conhecer Paris, com certeza você vai ficar com um gosto de quero mais. É inevitável.

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